Diagnóstico antes da venda
Ninguém aprova uma decisão dessas no escuro. Medimos o processo real antes de propor qualquer célula, e mostramos o cálculo por trás da recomendação.
Sobre a Avoltryn
Nascemos dentro do chão de fábrica, não do laboratório. Cada projeto começa com um engenheiro medindo o processo real — e termina com a sua equipe operando a célula com autonomia.
Como chegamos aqui
A Avoltryn começou em 2020, quando três engenheiros que integravam células em plantas diferentes perceberam que resolviam os mesmos problemas isolados, sem trocar nada entre si.
A resposta foi dupla: uma empresa que entrega projeto e manutenção de ponta a ponta, e uma comunidade aberta onde quem trabalha com automação industrial compartilha o que aprende. Hoje as duas coisas se sustentam. O que a comunidade resolve vira prática nos projetos; o que os projetos ensinam volta para a comunidade.
Não vendemos o robô mais caro do catálogo. Vendemos a célula certa para o problema que a sua linha tem hoje — e a honestidade de dizer quando automatizar ainda não compensa.
O que nos guia
No que acreditamos
Ninguém aprova uma decisão dessas no escuro. Medimos o processo real antes de propor qualquer célula, e mostramos o cálculo por trás da recomendação.
Treinamos a manutenção local e documentamos tudo em português. O objetivo é que a sua equipe toque a célula sem depender de uma ligação para nós.
O que resolvemos numa planta é anonimizado e volta para a comunidade. Ninguém deveria descobrir sozinho o que outro engenheiro já resolveu.
Reposição mapeada no Brasil, telemetria configurada e um canal direto com quem projetou a célula. A entrega não é o fim do relacionamento.
A comunidade
Encontros mensais, um repositório de casos e canais onde integradores discutem programação, ferramental e manutenção. A participação é gratuita e aberta a quem trabalha com automação industrial.
Estudante de engenharia mecatrônica, técnico de manutenção de uma planta pequena, integrador autônomo — todos cabem. O critério é querer trocar, não o tamanho da empresa.
Entrar na comunidadeVamos conversar
A primeira conversa é sobre o seu processo, não sobre o nosso catálogo. Você sai dela com uma leitura clara do que a robótica resolve na sua operação.